Cultura: indústrias criativas, públicos, apoios e política

Notas sobre o debate “Cultura: indústrias criativas, públicos, apoios e política” realizado a 29-Abril na J.F. Paranhos com Nuno Azevedo, Carlos Martins e Virgílio Folhadela.

O que é a cultura: é o que nos caracteriza; é o que nos identifica
indústrias criativas na ue têm um peso maior que a indústria automóvel
exemplos cidades “criativas”: paris, londres, edimburgo, salzburgo, carcelona
cultura – economia – sociedade
procura da eficiência económica
autarquias locais (municípios e freguesias) são os maiores investidores na cultura – >50%
diferentes funções da cultura
– cultura como agente de desenvolvimento
– na qualificação do ser humano
dimensão económica das indústrias criativas
mais um sector para promover o crescimento da economia
incorporação de capital criativo em produtos existentes
converter criatividade em produtos
sector tem mais oferta e mais procura
democratização do acesso à cultura
meio onde se efectuam transacções culturais evoluiu
fusão entre t.i. e media
de que forma seremos capazes de capturar o valor das industrias criativas
necessário investir na criação artística aqui no porto
produzir bens e serviços na cidade com as pessoas da cidade
prazos 20…30 anos
diversidade cultural da cidade => outras nacionalidades
=> carácter distintivo na produção cultural
=> se o território de acolhimento souber integrar ganha com isso
cluster => teorização de agora de uma ideia velha => r. caldeireiros, cordoaria, …
criar capacidade de atracção
grandes instituições como facilitadores de contactos e redes
serviços educativos como veículo de responsabilidade cultural
criativos vs criadores
tem que haver uma ideia economicamente vendável
que indicadores há para medir a cultura?
industrias criativas => direitos de autor
mudança nos interlocutores

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