{"id":531,"date":"2008-03-08T23:04:43","date_gmt":"2008-03-08T23:04:43","guid":{"rendered":"http:\/\/osmeusapontamentos.com\/?p=531"},"modified":"2008-03-08T23:04:43","modified_gmt":"2008-03-08T23:04:43","slug":"notas-leitura-o-dever-da-verdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osmeusapontamentos.com\/index.php\/2008\/03\/08\/notas-leitura-o-dever-da-verdade\/","title":{"rendered":"notas leitura: O Dever da Verdade"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0px 10px 10px 0px\" src=\"https:\/\/osmeusapontamentos.com\/img\/odeverdaverdade.gif\" alt=\"\" align=\"left\" \/><br \/>\npag.16<br \/>\n&#8220;Nos sessenta anos j\u00e1 decorridos depois da Segunda Guerra, a Europa do Oeste conheceu dois per\u00edodos distintos: nos primeiros trinta houve prosperidade econ\u00f3mica como nunca antes se conseguira, pleno emprego e elevadas taxas de natalidade.<br \/>\nO vigor da economia e do sindiclismo permitiram um &#8216;compromisso social&#8217; con ganhos para todos. E foi assim, com um capitalismo din\u00e2mico, que os partidos da esquerda democr\u00e1tica registaram os seus maiores \u00eaxitos durante e por causa dos &#8217;30 gloriosos anos&#8217;.<br \/>\nEste temp de &#8216;ouro&#8217; durou at\u00e9 aos meados dos anos 70. A partir da\u00ed a economia decaiu, o desemprego cresceu e a natalidade baixou.<br \/>\nDe fechadas, as economias tornaram-se abertas, at\u00e9 atingirem uma voca\u00e7\u00e3o &#8216;global&#8217;. De eficazes e intervencionistas, os Estados nacionais passaram a &#8216;obesos&#8217; e &#8216;indolentes&#8217;. Antes esperan\u00e7osas, as sociedades ficaram intranquilas.<br \/>\nPode-se dizer que uma Europa &#8216;acabou&#8217; em redor de 1975 e outra &#8216;evoluiu&#8217; desde ent\u00e3o.<br \/>\n&#8216;Desindustrializou-se&#8217; e &#8216;terciarizou-se&#8217;: o peso dos oper\u00e1rios fabris caiu e cresceu sempre o dos empregados nos servi\u00e7os.<br \/>\nO produto per capita na UE\/15 aumentou anualmente 4,8% entre 1945 e 1975; 2,3% entre 1975 e 2000; 1,6% entre 2000 e 2005.&#8221;<\/p>\n<p>pag.41<br \/>\n&#8220;A popula\u00e7\u00e3o &#8216;asilada&#8217; no Estado e que vive \u00e0 custa dos impostos ultrapassa j\u00e1 os 5 milh\u00f5es, integrando pol\u00edticos, funcion\u00e1rios, pensionistas, subsidiados e familiares, que correspondem a mais de 50% dos residentes e a 60% do eleitoriado&#8221;<\/p>\n<p>pag.54<br \/>\n&#8220;O seu [da Europa] \u00eaxito econ\u00f3mico e social, posterior \u00e0 Segunda Guerra, n\u00e3o encontra um precedente hist\u00f3rico conhecido.<br \/>\nMas as bases em que ele assentou mudaram radicalmente: o grande crescimento da produtividade e da economia, o pleno emprego, o equil\u00edbrio demogr\u00e1fico, a hegemonia da actividade industrial, o eficaz intervencionismo do Estado atrav\u00e9s das pol\u00edticas monet\u00e1ria e cambial, alfandeg\u00e1ria e or\u00e7amental, o controlo do investimento estrangeiro, acabaram.<br \/>\nTudo isto se perdeu e ainda mais as amplas zonas do mundo que lhe forneciam mat\u00e9rias-primas baratas e lhe compravam uma boa parte das produ\u00e7\u00f5es industriais.<br \/>\nNenhum desses factores de prosperidade e de influ\u00eancia pol\u00edtica sobrevive hoje. Pelo contr\u00e1rio, temos um produtividade que cresce muito pouco e economias com modestos comportamentos, desempregro elevado, envelhecimento demogr\u00e1fico, supremacia dos servi\u00e7os sobre a ind\u00fastria, depend\u00eancia externa dos fornecedores de mat\u00e9rias-primas, esvaziamento completo od poderes de interven\u00e7\u00e3o e de controlo p\u00fablico.<br \/>\nOs europeus pensaram e pensam que todos os benef\u00edcios e privil\u00e9gios era aquisi\u00e7\u00f5es definitivas e incondicionadas. N\u00e3o entenderam que houve altera\u00e7\u00f5es profundas no mundo, que imp\u00f5em nos esfor\u00e7os, ren\u00fancias, reformas e sacrif\u00edcios.<br \/>\nA expans\u00e3o sem limites era uma fantasia.<br \/>\nE os dirigentes pol\u00edticos n\u00e3o o querem explicar porque lhes conv\u00e9m alimentar a esperan\u00e7a de que \u00e9 sempre poss\u00edvel prometer mais e melhor.<br \/>\nDizem que isso \u00e9 &#8216;pol\u00edtica&#8217;.<br \/>\nEu digo que \u00e9 engano e que trar\u00e1 maus resultados.&#8221;<\/p>\n<p>pag.58<br \/>\nsobre a educa\u00e7\u00e3o:<br \/>\n&#8220;Por isso, o que resulta na Finl\u00e2ndia, fracassar\u00e1 hoje em Portugal.<br \/>\nAs estat\u00edsticas da OCDE mostram que, na popula\u00e7\u00e3o dos 25 aos 64 anos e sem mais que o primeiro ciclo do secund\u00e1rio, a Finl\u00e2ndia registava em 2002 25%, a Irlanda 39% e Portugal 80%. Estamos pior que a Turquia e s\u00f3 melhor que o M\u00e9xico: Portugal \u00e9 um dos tr\u00eas pa\u00edses com os mais baixos n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o entre todos os trinta da OCDE.&#8221;<\/p>\n<p>pag.69<br \/>\n&#8220;Nos \u00faltimos dez anos, digamos, a mediocridade e a abertura econ\u00f3mica fizeram da greve contra as empresas privadas uma arma muito arriscada. Por isso, praticamente abandonada pelos sindicatos, porque a fal\u00eancia ou a &#8216;deslocaliza\u00e7\u00e3o&#8217; se tornaram prov\u00e1veis.<br \/>\nA ac\u00e7\u00e3o sindical resguardou-se e, quase em sil\u00eanco, abandonou as greves contra o patronato privado.<br \/>\nNestas novas e implac\u00e1veis circunst\u00e2ncias, o sindicalismo escolheu um alvo novo, insuscept\u00edvel de fal\u00eancia ou de &#8216;deslocaliza\u00e7\u00e3o&#8217;: o Estado e as empresas que ele tutela e subsidia.<br \/>\nA mobiliza\u00e7\u00e3o contra o &#8216;patronato explorador&#8217; desapareceu.<br \/>\nN\u00e3o surpreende assim que, com o &#8216;Sistema Retributivo&#8217; e nestas circunst\u00e2ncias, nos \u00faltimos vinte e cinco anos tenha ocorrido um &#8216;aumento&#8217; insustent\u00e1vel da comparticipa\u00e7\u00e3o do pessoal p\u00fablico na j\u00e1 pequena riqueza criada (no PIB portugu\u00eas): 10% em 1980; 10% em 1985; 11,7% em 1990; 13,6% em 1995; e 15% em 2000.<br \/>\nSe uma parte deste aumento dos custos ficou a dever-se ao alargamento dos quadros, outra corresponde ao acr\u00e9scimo real dos sal\u00e1rios.<br \/>\nPara n\u00e3o se confrontar com as reivindica\u00e7\u00f5es dos funcion\u00e1rios p\u00fablicos, o poder pol\u00edtico preferiu sacrificar os contribuintes, pagadores silenciosos dos acr\u00e9scimos de benef\u00edcios por ele concedidos ao pessoal p\u00fablico: os &#8216;ganhos&#8217; deste pessoal s\u00e3o perdas dos contribuintes, que os suportam imperativamente atrav\u00e9s do agravamento dos impostos.<br \/>\nMais sal\u00e1rios p\u00fablicos j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o, em geral, fruto de mais riqueza nacional criada, antes de mais sacrif\u00edcios dos contribuintes: aqueles n\u00fameros s\u00e3o disso uma prova inequ\u00edvoca.<br \/>\nPelo contr\u00e1rio, uma vantagem salarial, no sector privado, se n\u00e3o puder repercutir-se no mercado ou ser acomodada pela empresa, acabar\u00e1 por conduzir rapidamente \u00e0 fal\u00eancia ou \u00e0 &#8216;deslocaliza\u00e7\u00e3o&#8217;.<br \/>\n&#8216;Juridicamente&#8217;, todos os trabalhadores, p\u00fablicos ou provados, podem fazer greve. &#8216;De facto&#8217;, os empregrados privados, neste novo contexto, j\u00e1 n\u00e3o podem. A greve tende a converter-se um exclusivo do funcion\u00e1rio p\u00fablico.&#8221;<\/p>\n<p>pag.72<br \/>\n&#8220;Precisamos de muitos e m\u00e9dios investimentos, que produzam para exporta\u00e7\u00e3o, que sejam rapidamente reprodutivos e que empreguem o m\u00e1ximo poss\u00edvel de m\u00e3o-de-obra.<br \/>\nN\u00e3o o s\u00e3o manifestamente, nem a Ota, nem o TGV.<br \/>\nSe o Governo porfiar nestes empreendimentos, cometer\u00e1 um erro hist\u00f3rico.<br \/>\nEstas duas obras constituir\u00e3o, financeiramente, uma pesada &#8216;hipoteca&#8217; nacional.<br \/>\nJ\u00e1 n\u00e3o nos bastam as SCUT, os dez est\u00e1dios e outras aventuras semelhantes, decididas quase sempre pelos mesmo ou aparentados.&#8221;<\/p>\n<p>pag.82<br \/>\n&#8220;Se me &#8216;parece&#8217; exagerado o n\u00famero de funcion\u00e1rios [p\u00fablicos], \u00e9 &#8216;seguro&#8217; que custam aquilo que o Pa\u00eds n\u00e3o pode pagar.<br \/>\nEste \u00e9 um problema na vida portuguesa actual, porque determina uma carga muito pesada nos impostos.<br \/>\nAliviar financeiramente o Estado \u00e9, por isso, uma tarefa inadi\u00e1vel.&#8221;<br \/>\npag.86<br \/>\nCom apreci\u00e1vel dist\u00e2ncia, Portugal \u00e9 o pa\u00eds da UE\/15 em que o peso dos sal\u00e1rios [da fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica] nos impostos cobrados \u00e9 mais elevado: quase 60% destes, com o Reino Unido na posi\u00e7\u00e3o mais distantes, a rondar os 23% [e o segundo mais gastados, a Fran\u00e7a, com menos 12% que Portugal]&#8221;<\/p>\n<p>pag.98<br \/>\nsobre os valores das pens\u00f5es:<br \/>\n&#8220;O Estado social foi &#8216;capturado&#8217; e \u00e9 &#8216;explorado&#8217; pelas gera\u00e7\u00f5es mais velhas e que ainda decidem, indiferentes \u00e0s novas circunst\u00e2ncias e ao futuro.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Portugal e outros pa\u00edses da UE enfrentam &#8216;agora&#8217; dificuldades em consequ\u00eancia da desfavor\u00e1vel conjuga\u00e7\u00e3o de uma &#8216;economia&#8217; med\u00edocre com o &#8216;envelhecimento&#8217; demogr\u00e1fico, com a maior &#8216;maturidade&#8217; dos sistemas de protec\u00e7\u00e3o social e com alguns excessos pol\u00edticos praticados.&#8221;<\/p>\n<p>pag.102<br \/>\n&#8220;O Estado n\u00e3o pode &#8216;recusar&#8217; [o tratamento \u00e0s pessoas mais idosas], \u00e9 um facto. Mas a &#8216;economia&#8217; \u00e9 cega e surda e pode &#8216;limitar&#8217;, em condi\u00e7\u00f5es imprevisiveis.<br \/>\nEnquanto se pensa que a grande causa dos nossos embara\u00e7os n\u00e3o \u00e9, basicamente, uma economia estagnada, antes o resultado do &#8216;neoliberlismo cavern\u00edcola&#8217;, da ac\u00e7\u00e3o perversa de for\u00e7as de &#8216;direita&#8217;, do &#8216;reaccionarismo&#8217; tradicional, da &#8216;insensibilidade social&#8217;, do FMI e do Banco Social, esquece-se o que interessa e \u00e9 essencial, isto \u00e9, a mudan\u00e7a radical das circunst\u00e2ncias: a abund\u00e2ncia dos bens e dos servi\u00e7os do &#8216;modelo social&#8217; que se contruiu resultou, fundamentalmente, da enorme prosperidade econ\u00f3mica passada e sem precedentes, do equil\u00edbrio demogr\u00e1fico, da relev\u00e2ncia econ\u00f3mica e pol\u00edtica da Europa no mundo, de uma protec\u00e7\u00e3o social pouco madura e da efic\u00e1cia dos mecanismos que sustentaram os Estados intervencionistas.&#8221;<\/p>\n<p>pag.104<br \/>\n&#8220;N\u00e3o h\u00e1 Constitui\u00e7\u00e3o, ret\u00f3rica, &#8216;optimismo&#8217; ou boa vontade que substitua o &#8216;dinheiro&#8217; com que se paga aos m\u00e9dicos e aos enfermeiros, aos laborat\u00f3rios e \u00e0s farm\u00e1cias, aos bombeiros e ao INEM&#8230;<br \/>\nE, como em qualquer fam\u00edlia &#8216;honrada&#8217;, esse &#8216;dinheiro&#8217; n\u00e3o poder\u00e1 vir sempre de empr\u00e9stimos, isto \u00e9, dos d\u00e9fices p\u00fablicos.<br \/>\nPara um Estado &#8216;honrado&#8217; e a prazo, \u00e9 este o alcance mais relevante do PEC: travar a facilidade do endividamento.&#8221;<\/p>\n<p>pag.126<br \/>\n&#8220;R.C. &#8211; Uma das suas frases mais fortes diz mais ou menos isto: &#8216;Como o Estado \u00e9 fraco e a sociedade civil n\u00e3o \u00e9 qualificada, isto n\u00e3o tem volta a dar.&#8217; Isto n\u00e3o \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o de capitula\u00e7\u00e3o?<br \/>\nM.C. &#8211; Nestes tempos de grandes mudan\u00e7as na sociedade, no Estado e na economia, \u00e9 fundamental um entendimento sobre o que podemos e o que queremos fazer.<br \/>\nNo que respeita ao Estado, deve ter-se bem presente que est\u00e1 completamente &#8216;desfigurado&#8217;, quando o comparamos com o dos anos 60 e 70, para n\u00e3o recuar mais.<br \/>\nA integra\u00e7\u00e3o na UE, a adop\u00e7\u00e3o do euro, a liberaliza\u00e7\u00e3o mundial do com\u00e9rcio, a restante globaliza\u00e7\u00e3o e a transfer\u00eancia interna de poderes para as regi\u00f5es, as autarquias e a transfer\u00eancia interna de poderes para as regi\u00f5es, as autarquias e as entidade reguladoras, tornam-o uma p\u00e1lida sombra do que foi noutros tempos.<br \/>\nN\u00e3o emite moeda, n\u00e3o determina juros, n\u00e3o fixa c\u00e2mbios, n\u00e3o levanta barreiras alfandeg\u00e1rias, n\u00e3o controla a circula\u00e7\u00e3o de capital e, espartilhado or\u00e7amentalmente, n\u00e3o tem sequer capacidade para promover pol\u00edticas antic\u00edclicas.<br \/>\nO Estado da Zona Euro, desequilibrado e em crise financeira aguda, n\u00e3o disp\u00f5e de instrumentos para influenciar directamente a economia, o investimento e o emprego.<br \/>\nDe tudo isto e de como evoluir o nosso tempo, decorre a supremacia do &#8216;econ\u00f3mico&#8217; sobre o &#8216;pol\u00edtico&#8217;.<br \/>\nO Estado \u00e9 &#8216;fraco&#8217; e quase se limita a cobrar impostos para pagar sal\u00e1rios, pens\u00f5es e subs\u00eddios.<br \/>\n\u00c9 o &#8216;Estado-tesoureiro&#8217; ao servi\u00e7o do &#8216;Estado-asilo&#8217;, \u00e0 custa dos contribuintes que trabalham e pagam os impostos sobre o consumo. N\u00e3o \u00e9 j\u00e1 o &#8216;Estado-intervencionista&#8217;.<br \/>\nAinda n\u00e3o foi compreendida e assumida por inteiro a realidade deste Estado reduzido do inicio do s\u00e9culo XXI, com natureza, fun\u00e7\u00f5es e compet\u00eancias muito diversas das do Estado dos meados do s\u00e9culo XX.<br \/>\nA nossa sociedade civil, por seu lado, \u00e9 historicamente d\u00e9bil e tem elites que vivem &#8216;encostadas&#8217; nos favores e nos dinheiros do Estado: \u00e9, por isso e ainda, muito menos realizadora quando enfraquecee a direc\u00e7\u00e3o p\u00fablica e minguam os &#8216;cabedais&#8217; desse mesmo Estado.<br \/>\nComo creio que ir\u00e1 tardar a munda\u00e7a destas circunst\u00e2ncias &#8211; a &#8216;debilidade da pol\u00edtica&#8217; e a &#8216;pobreza da Na\u00e7\u00e3o&#8217; &#8211; os respons\u00e1veis p\u00fablicos devem fazer, t\u00e3o bem quanto seja poss\u00edvel, tudo e s\u00f3 o que o Estado deve e pode fazer.<br \/>\nA sociedade civil beneficiar\u00e1 e poder\u00e1 cumprir melhor se o Estado fizer bem o que s\u00f3 ele pode.<br \/>\nTratando-se aqui e sobretudo da pol\u00edtica, direi que \u00e9 exig\u00edvel ao Estado:<br \/>\n&#8211; educar e formar, com muito rigor e qualidade, de modo a tornar mais instru\u00eddos e preparados os seus cidad\u00e3os;<br \/>\n&#8211; a regular com celeridade as rela\u00e7\u00f5es sociais conflituantes, atrav\u00e9s de uma justi\u00e7a ao servi\u00e7o da tranquilidade, da equidade e do desenvolvimento;<br \/>\n&#8211; a perseguir e a punir os que se sirvam do exerc\u00edcio das fun\u00e7\u00f5es para proveito pr\u00f3prio e il\u00edcito, desequilibrando a posse da riqueza e a sa\u00fade das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas;<br \/>\n&#8211; garantir a tranquilidade p\u00fablica, a vida e o patrim\u00f3nio dos residentes;<br \/>\n&#8211; recolher os impostos em volume compat\u00edvel com o investimento produtivo, pagos a taxas m\u00e9dias que cres\u00e7am com a dimens\u00e3o das posses.<br \/>\nE assim por diante.<br \/>\nIsto \u00e9: o Estado, fraco e pobre, ter\u00e1 de empenhar-se a fundo em tudo o que s\u00f3 ele pode, deve e sabe fazer.<br \/>\nSe isto for conseguido, mas s\u00f3 se o for, poder\u00e1 esperar-se da sociedade civil tudo o o que s\u00f3 ela pode, deve e sabe fazer.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Nome: <a href=\"http:\/\/www.dquixote.pt\/Livre\/Ficha.aspx?id=1911\">O Dever da Verdade<\/a><br \/>\nAutor: Ricardo Costa, Medina Carreira<br \/>\nEditora: <a href=\"http:\/\/www.dquixote.pt\/\">Dom Quixote<\/a><br \/>\nISBN: <span id=\"ctl00_ContentPlaceHolder1_lblISBN\">978-972-20-3046-5<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>pag.16 &#8220;Nos sessenta anos j\u00e1 decorridos depois da Segunda Guerra, a Europa do Oeste conheceu dois per\u00edodos distintos: nos primeiros trinta houve prosperidade econ\u00f3mica como nunca antes se conseguira, pleno emprego e elevadas taxas de natalidade. 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