O Porto na 4ª semana de 2014

O Fantas 2014 está a arrancar e o Fitei pode ficar pelo caminho. Fundos comunitários, desta vez vai ser diferente? Entretanto a SRU vai reunir-se… um dia destes.

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O Porto na 3ª Semana de 2014

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A Frente Atlântica ataca de novo, nova direção na OASRN e a reinvenção do Mercado da Foz.

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O Porto na 2ª semana de 2014

Foto Miguel Oliveira / Porto24

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Resumo com a ajuda do Busca Tretas

O Porto na 1ª semana de 2014

Novas Instalações UPTEC
Novas Instalações UPTEC

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Resumo com a ajuda do Busca Tretas

 

Parque Infantil Público no Centro do Porto

Não é que o Porto não tenha parques infantis públicos… assim de repente lembro-me dos dois parques infantis em paranhos na quinta do covelo e amial, o do jardins do palácio e o da foz, mas que são muito poucos lá isso são.
(nota: um artigo no porto 24 de maio de 2013 refere a existência de 30 mas acredito que não sejam todos públicos)

Já houve um no parque de r. roque, mas agora só está lá o sítio e na net até aparece uma referência a um Parque Infantil das Fontainhas, que se alguém souber onde fica eu agradeço, mas felizmente agora temos (quem tem filhos ou crianças que queira entreter fora de casa e fora dos shoppings) mais um parque infantil.

Só reparei a semana passada ao passar na cordoaria que havia algo parecido com um parque infantil lá instalado, não sei se foi obra pré-eleições ou não (não encontrei referência no site da câmara), mas a verdade é que é uma excelente opção para quem andar a passear na baixa e quiser dar uma folga à criançada.

Dúvida existencial… como é que não há um parque infantil no parque da cidade?

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Ilustrações no Porto Startup Coffee

A sessão de julho do Porto Startup Coffee que agora é organizada pelos Startup Pirates teve a participação de Eduardo Barbosa da empresa Mother Volcano.

Era uma sessão para a qual tinha algum tipo de expectativas na medida em que já conhecia algum trabalho deles e porque o tema das infografias (uma das coisas que fazem) é algo que me interessa.
Para além disso era a oportunidade de falar com alguém que trabalha numa área criativa, o que de alguma forma também se aplica ao departamento de comunicação da Samsys, e que por isso acredito tem desafios que nós também temos a nível de gestão de projetos que têm sempre uma componente subjetiva e até imprevisível muito grande.

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Ainda assim a beleza destes eventos é cruzarmos-nos com coisas e ideias que nem sequer estávamos a contar.
A mais divertida teve a ver com o percurso do fundador(?) que esteve bastante tempo fora de Portugal e escolheu voltar, entre outras coisas, porque os custos associados a manter uma estrutura deste género são mais baixos cá que em outros países europeus.
A grande partida que o cosmos lhe pregou foi mesmo o facto de ao chegar cá perceber que as pessoas que queria contratar estavam todas a emigrar.

A propósito da exploração de dados e criação de infografias, nomeadamente a Currency Wars, uma curiosidade que tinha era perceber como é que tinha sido o processo. Como é que tinham passado, da previsível montanha de dados que teriam recebido, para uma ilustração que transmitisse a ideia que queriam passar.
Segundo o Eduardo o principal trabalho foi mesmo encontrar a metáfora que poderiam usar para transmitir essa ideia. Esse foi o verdadeiro quebra-cabeças que tiveram que desmontar, depois disso tudo se tornou mais simples.
Ou seja o que foi necessário fazer foi encontrar um modelo visual que ajudasse a comunicar as diferentes componentes da mensagem que queriam transmitir, perceber de que forma iriam ilustrar a história que iriam contar.

Durante a explicação deste processo referiu ainda uma questão que eu nunca tinha pensado e que é a distinção entre o conceito habitual de “data visualization” e infografias, algo que eu veria mais ou menos como sendo a mesma coisa mas que ele distingue de forma interessante entre, no primeiro caso, uma ferramenta que permite explorar informação (e eventualmente construir ideias e conhecimentos, acrescento eu) e no caso das infografias numa ferramenta que quer desde logo transmitir uma ideia pre-definida usando para isso dados existentes.

Finalmente também falou um pouco da sua empresa e da abordagem que tem à ilustração, procurando, mais do que ter um estilo próprio, adapta-lo às necessidades dos clientes. Achei interessante este aparente descolar da ideias idílica de ilustrador solitário e artista e maior ligação aquilo que será a necessidade que um projeto poderá ter deste ou daquele estilo de ilustração, mesmo se o seu portfolio parece desdizer um pouco isso…