Na Acção em Defesa do Jardim do Palácio este Sábado

No Palácio de Cristal
Na acção de hoje à tarde organizada pelo Movimento de Defesa dos Jardins do Palácio estiveram presentes, para além dos diferentes participantes do movimento, Elisa Ferreira e João Teixeira Lopes, não tendo podido estar presente Rui Sá. Depois de uma breve explicação do entendimento que o Movimento faz do projecto apresentado (e que pode ser consultado também no site da Campo Aberto) em que, pelo que percebi pessoalmente, fica um pouco no ar a ideia de que os documentos apresentados não são suficientemente explícitos em relação ao verdadeiro impacto a nível do património natural existente, os diferentes candidatos deram uma breve indicação da sua opinião.

Elisa Ferreira focou essencialmente (na minha opinião) a questão da falta de discussão pública e a forma como foi apresentado o projecto, numa altura de pré-campanha. Não acredito (e é só a minha opinião naturalmente) que tenha uma posição tão vincada como alguns membros do movimento que acham simplesmente que não deveria haver nenhum tipo de construção.

João Teixeira Lopes referiu também a forma como todo este processo se tem desenrolado e apontou algumas dúvidas que têm surgido, por um lado Rui Rio no debate na Fundação SPES a referir algo como no máximo duas árvores seriam cortadas, por outro lado o Movimento de Defesa dos Jardins do Palácio que depois de analisar os documentos do projecto aponta para quase 20 árvores afectadas. Finalmente questiona a própria ideia de concessão, referindo que o Pavilhão Rosa Mota deveria ser um edifício de uso público.

No fim foram colocadas algumas faixas em volta das árvores que se considera que vão ser afectadas.

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