Esperança, ou a vida continua

Depois da derrota do ex-futuro presidente dos EUA Al Gore, depois do impensável (reeleição de Bush) ter acontecido, finalmente os EUA deram-nos (ao mundo) o presidente que nós queriamos que eles  tivessem.

Apesar de, nos últimos tempos, tudo apontar para isso a história recente justificava algum nervosismo e cépticismo em relação ao que poderia acontecer… será que mccain/palin iam conseguir, sabe-se lá como, dar a volta ao resultado?

De qualquer forma, e esperando que o mandato de Barack Obama seja mesmo positivamente histórico e traga uma nova política à Política mundial convém por as coisas em perspectiva.

Assim como se atirava que Lula da Silva depois de eleito ia transformar o Brasil num país (quase) comunista e afinal isso não aconteceu, também Barack Obama não vai transformar os EUA num país como a Europa.

A América não é assim. Não são esses os seus valores. A esquerda dos EUA será sempre mais à direita que a maior parte da nossa (portuguesa) direita (leia-se PSD).

Mas isso não é importante, nos tempos da exuberância irracional, provavelmente o que mais importa é mesmo a esperança.

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