Cultura Organizacional

Dois artigos interessantes com que me cruzei nos últimos tempos foram o “Do companies have lizard brains? ” da AnaDataGirl e o “Dedicado aos políticos que nos (des)governam e aos outros que os querem substituir” do CCZ.
Falam, se bem que de perspectivas ligeiramente diferentes, sobre o mesmo tema da cultura da empresa, como os seus actores (lideres e colaboradores) por vezes ficam presos a “pre-conceitos”.

A AnaDataGirl refere mais a questão do medo e como o cerebro colectivo da empresa, focando-se no medo de errar, se torna num alimentador positivo da tendencia individual (pelo menos a portuguesa) de ter medo falhar e assim acentuar a opção por caminhos conhecidos em vez de explorar novas ideias.
Já o CCZ foca mais a questão da mudança e como a cristalização de práticas e conhecimentos prejudica a evolução de organizações que estão, por definição, inseridas num meio em constante mudança.

“Industry conventions and “accepted best practices” assume a life of their own. Dogmas go unquestioned, and seldom do managers ask how we got this particular view of organization, strategy, competition, or our industry.”

“And this matter would be a mere trivia if it wasn’t for the fact that this collective lizard brain is in fact preventing companies from being agile and risk-prone enough to make it in this new (and pretty fast changing) era. It’s preventing companies from doing as Lane Becker suggested at Shift: “failing your way to the top”.”

por Vitor Silva



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