como utilizar a web2.0

algumas notas iniciais:

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web2.0 => Cooperate, Don’t Control

http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html

1. Web as a platform

2. Harnessing collective intelligence

3. Data is the Next Intel Inside

4. End of the Software Release Cycle

5. Lightweight Programming Models

6. Software Above the Level of a Single Device

7. Rich User Experiences

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http://www.codinghorror.com/blog/archives/000840.html

Blogger = public email messages. (1999) Instead of “Dear Bob, Check out this movie.” it’s “Dear People I May or May Not Know Who Are Interested in Film Noir, check out this movie. If you like it, maybe we can be friends.”

Flickr = public photo sharing. (2004) Flickr co-founder Caterina Fake said in a recent interview: “When we started the company, there were dozens of other photosharing companies such as Shutterfly, but on those sites there was no such thing as a public photograph — it didn’t even exist as a concept — so the idea of something ‘public’ changed the whole idea of Flickr.”

YouTube = public home videos. (2005) Bob Saget was onto something.

Twitter = public IM. (2006) I don’t think it’s any coincidence that one of the people responsible for Blogger is also responsible for Twitter.

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ou seja quando dizes usar a web2.0 e tendo em conta que esta primeira sessão é já no dia 21 o que estás mesmo a dizer é usar algumas ferramentas que ajudaram a criar o conceito web2.0

porque o conceito base é aquilo que está no início deste mail, neste caso especifico talvez mais as frases: “Cooperate, Don’t Control” e “Harnessing collective intelligence” ou seja ter um tipo de atitude perante os destinatários da nossa mensagem diferente da habitual postura quase unidireccional que as brochuras e os sites como o nosso normalmente têm.

como é que eu veria então a utilização de algumas ferramentas web2.0 para a promoção do em executive seminars.

em primeiro lugar convém perceber o que queremos atingir com isto?

– aumentar o número de inscrições? tenho ideia que as pessoas que estão dispostas a pagar 525€ por uma conferencia de 2h não usam tão massivamente o twitter, facebook e afins…

– aumentar / melhorar a percepção que as pessoas têm da marca primavera e do que ela representa?

– servir de teste / aprendizagem para a utilização destas ferramentas?

cada um dos cenários pode sugerir abordagens diferentes.

por exemplo, neste artigo estão formas possiveis de uma instituição como as bibliotecas utilizarem o twitter (http://www.infotoday.com/cilmag/may09/Milstein.shtml )

“For example, a library could share all kinds of news that patrons want. Short messages can tell people about events such as readings, lectures, and book sales; newly available resources; or changes in the building hours. One message a day or one a week could share a tip on finding or accessing information online or in the building. Twitter posts can link to interesting news stories about literacy or about libraries. When appropriate, the posts can link to a library’s own website and blog for more in-depth information.”

o “plano b” no porto que é um sitio bastante na moda tem para além do site oficial (aliás um blob http://planobporto.blogspot.com/ ) um grupo no facebook  http://www.facebook.com/event.php?eid=79581955039#/group.php?gid=66114461494 que inclui todas as pessoas que “gostam” do plano b e usa esse meio para notificar essas pessoas de eventos que decorrem aí http://www.facebook.com/home.php#/event.php?eid=167592850233

para além disso ainda usam o twitter http://twitter.com/planob como mais outro meio para ir publicitando as suas actividades.

a ideia principal destas novas ferramentas também chamadas de (redes) sociais de é basicamente transpor para o mundo real as relações que sempre existiram no mundo virtual.

* se disseres que vais realizar um evento que custa x a alguém ela tem certamente uma resposta diferente do que se disseres que esse evento tem custo zero

* se falas para alguém e não dás oportunidade que ela te responda nunca vais conseguir saber o que as pessoas acham do que dizes

* se alguém te pergunta algo mas não obtem nenhuma resposta (boa ou má) é natural que fiquem chateados contigo

* se disseres hoje uma coisa e só voltares a falar daqui a três meses é natural que as pessoas se esqueçam de ti

* se te limitas a repetir o que os outros dizem é provavel que ninguém veja nas tuas opiniões grande valor

* se não tens nada para dizer não adianta de nada ter os melhores canais de comunicação e o acesso aos mais famosos opinion-makers

é por isso preciso perceber primeiro o que é que a primavera quer dizer, que tipo de atitude quer ter perante os potenciais destinatários e como quer desenvolver essa relação.

depois disso é procurar a ferramenta adequada porque de certeza absoluta que ela existe.

algumas ideias soltas paara um caso em que queriamos publicitar um evento tipo conferência:

– para além da simples descrição do evento ir publicando nas 2 ou 3 semanas anteriores alguns artigos sobre a pessoa, porque é interessante, eventualmente algum exemplo de palestras anteriores.

– permitir que qualquer pessoa proponha perguntas para fazer aos convidados (via site / email / twitter / …)

– essas perguntas poderiam depois ser votadas. o que tivesse mais votos teria entrada gratuita no evento

– a parte de perguntas e respostas seria depois publicada online

– sugerir a quem estiver presente no evento que vá twittando o que vai ouvindo

– fazer o registo integral da conferencia em audio e/ou video e disponibiliza-lo daqui a um ano (estou a sugerir este espaço de tempo alargado para não aquelas questões de saber porque hei-de pagar por algo que vai estar online não serem tão impeditivas)

– disponibilizar nessa altura também o registo por escrito do que foi dito (porque o que o google gosta mesmo é de texto e isso é importante para melhor o nosso page rank)

– se já houver registos anteriores ir disponibilizando-os para as pessoas perceberem o valor daquilo que lhes propomos

– …

por Vitor Silva



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