Ética Prática – notas leitura I

capitulo 1 – sobre a ética
pag.18 – …a finalidade do juizo ético é orientar a prática
pag.19 – …o fracasso da ética baseada em regras simples não deve ser encarado como o fracasso da ética como um todo.
pag.19 – …consequencialistas => utilitarismo – não partem de regras morais mas de objectivos. avaliam as acções na medida em que favorecem esses objectivos => as consequências de uma acção variam de acordo com as circunstâncias em que é praticada.
pag.20 – ética vs religião => obediência às leis morais pelos seus méritos próprios
pag.22 – as crenças e os costumes no seio dos quais fomos criados podem execer grande influência sobre nós, mas, assim que começamos a refletir sobre elas, tanto podemos optar por agir de acordo com essas crenças e esses costumes como contra eles.
pag.22 – sociedade => relativismo ético; pessoa => subjectivismo ético
pag.23 – juizos éticos exprimem atitudes em vez de as descreverem. tentamos, quando exprimimos a nossa própria atitude levar os nossos ouvintes a adoptar uma atitude semelhante
pag.25 – viver de acordo com aquilo que julgamos serem padrões éticos correctos vs viver de acordo com padrões éticos errados / viver de acordo com alguns padrões éticos vs viver de acordo com nenhuns padrões éticos
pag.26 – a noção de ética traz consigo a ideia de algo mais vasto que o individual
pag.26 – kant: age apenas segundo as máximas que possas ao mesmo tempo querer que se tornem leis universais
pag.27 – a ética adopta um ponto de vista universal <> aplicação universal
pag.29 – …pondere todos esses interesses e adopte a acção que tenha maior probabilidade de maximizar o interesse dos afectados (prazer vs sofrimento)

capítulo 2 – a igualdade e as suas implicações
pag.34 – variações de inteligência entre diferentes raças baseadas na genética
pag.35 – john rawls “a igualdade pode-se fundamentar nas caracteristicas naturais do ser humano”, desde que escolhamos aquilo a que chama um propriedade de base geral
pag.35 – uma pessoa moral (<> amoral) é aquela que se podem fazer apelos morais com alguma perspectiva de esse apelo ser atendido => visão contratualista da justiça – ética como acordo mutuamente benéfico
pag.36 – problema desta vistão contratualista da justiça => grau – qual o grau minimo de justiça / nem todos os seres humanos são seres morais – bebés, crianças, deficientes mentais
pag.37 – não creio que haja uma propriedade moralmente significativa que todos os seres humanos possuam por igual
pag.37 – os seres humanos diferem como individuos e não como raças ou sexos
pag.38 – questão da hierarquia da inteligência
pag.40 – principio da igualdade na consideração de interesses proíbe que a nossa prontidão para considerar os interesses dos outros dependa das suas capacidades ou das suas caracteristicas com excepção da caracteristica de ter interesses
pag.42 – principio da diminuição da utilidade marginal – uma determinada quantidade de algo é mais util a uma pessoa que tenha pouco do que a uma pessoa que tenha muito
pag.46 – diferentes qi <> diferenças genéticas / ambientais / problemas das médias => igualdade
pag.48 – evitar a dor; desenvolver as próprias capacidades; satisfazer necessidades básicas de alimentação e abrigo; disfrutar de relações pessoais calorosas; ser livre de levar por diante os seus proprios interesses sem interferencias
pag.56 – igualdade de oportunidades => praticamente impossivel => questões ambientais
pag.61 – recompensar o esforço vs pagar mais às pessoas pelo nivel de capacidades que por acaso possuem
pag.70 – acção afirmativa – deficiência – o facto de uma deficiência especifica excluir que se considere uma pessoa para um lugar não significa que os interesses dessa pessoa mereçam menor consideração que uma outra.
pag.71 – igualdade factual vs igualdade moral


Nome: Ética Prática
Autor: Peter Singer
Editora: Gradiva
ISBN: 972-662-723-0

por Vitor Silva



One Comment

  1. Rita wrote:

    De vez em quando todos nós precisavamos de ler algumas coisas desse livro.

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